Mesa interativa com as latas do produto no lugar dos cubos na convenção da Nestlé Ninho
A lata que a equipe encontrava na prateleira era também a chave para conhecer seus diferenciais.
Numa convenção de vendas o público é outro: não é o consumidor, é a própria força de vendas. E o que ela precisa levar embora não é impressão, é conhecimento de portfólio — saber diferenciar um produto do outro na frente do cliente.
A Nestlé Ninho resolveu isso da forma mais direta possível: as próprias latas viraram os objetos de interação. Nada de cubo representando o produto — o produto era o cubo.
O participante pegava uma lata, encaixava no ponto de leitura da mesa e via na tela as informações daquele item: benefícios nutricionais, diferenciais, para qual fase serve. Trocava a lata, trocava o conteúdo.
O gesto é o mesmo que essa pessoa faz na loja e na casa do cliente — pegar a embalagem na mão. Aqui, esse gesto passou a abrir a informação, o que é uma forma de treinar sem parecer treinamento.
Fora de feira, a mesa funciona bem justamente nesse papel: convenção, capacitação e recepção, onde o público tem mais tempo e o conteúdo pode ir mais fundo.
Transformar uma embalagem comercial em controle exige projeto. Cada lata precisou ser preparada para ser reconhecida, sem deixar de parecer o produto que a força de vendas encontra na prateleira — nada de suporte aparente, nada que denuncie a tecnologia. O conteúdo de cada item foi montado com o material da marca, e a mesa entrou na convenção pronta, adesivada e testada. É esse acabamento que faz a tecnologia sumir e o produto aparecer.
Conheça a Mesa Cubos.








